Jorge Jesus recorda conversa em que chamou Neymar de "acabado" e afirma que nome não pesa na Seleção de Portugal

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Jorge Jesus afirmou que suas decisões na seleção de Portugal não serão influenciadas pelo nome dos jogadores, citando exemplos como Neymar e Cristiano Ronaldo, e que priorizará o que for melhor para o time. Ele ainda não conversou com Cristiano desde que assumiu, mas garante que o atacante seguirá sendo peça important...
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Jorge Jesus chamou atenção durante sua apresentação como novo treinador da seleção de Portugal ao recordar uma conversa que teve com Neymar no período em que comandou o Al-Hilal. Ao comentar como lida com jogadores de grande destaque, o técnico afirmou que não toma decisões influenciado pelo nome ou pelo status dos atletas e citou o episódio envolvendo o brasileiro.
“Sobre a utilização de Cristiano? O jogo é que dita. Se deve jogar ou não… Para mim, o meu passado, nome não conta. Eu já treinei os dois melhores do mundo, falta-me o terceiro, que já não vou treinar, que é o Messi. Neymar, treinei; Ronaldo, também. E ao Neymar um dia disse: ‘Tu, Finished (acabado, em inglês’. Aquilo que eu achar que é o melhor para a equipe, para a seleção, é assim que será feito”, declarou.
Jesus trabalhou com Neymar recentemente no Al-Hilal. Durante aquela passagem, o treinador português fez diferentes comentários públicos sobre o jogador brasileiro. Em uma das ocasiões, afirmou que Neymar “tem mais paixão pelas coisas que a vida privada oferece”.
Antes de Neymar retornar ao Santos, Jorge Jesus também chegou a declarar que o atacante “fisicamente, não tem conseguido acompanhar a equipe” saudita.
A fala veio depois que o técnico foi questionado sobre como pretende conduzir a situação de Cristiano Ronaldo, de 41 anos, que já afirmou que a Copa do Mundo de 2026 foi a última de sua carreira. Jesus reforçou que suas decisões serão tomadas com base no momento dos jogadores e nas necessidades da equipe.
Segundo o treinador, ele ainda não conversou com Cristiano desde que assumiu o comando da seleção portuguesa, mas garantiu que o atacante continuará sendo uma peça importante para Portugal.
“Nunca será um problema para a seleção nem para mim. Vou falar com o Cris e com todos individualmente. O Cris é um símbolo de Portugal e tive um grande prazer em trabalhar com ele. É facílimo trabalhar com ele.”
O novo comandante também recordou sua passagem pelo Al-Nassr para reforçar que nunca teve dificuldades em administrar a presença do astro português no elenco.
“Ele fez 31 jogos em 50 na última temporada. Substituí-o 16 vezes e nunca houve problemas. Nunca vou perder ninguém, só se lesionar. O que interessa é o presente. Aquilo que eu achar que é o melhor para a equipe será feito.”
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