Estudante de medicina invade casa em Porto Velho, atropela e mata idoso de 68 anos e acaba presa em flagrante

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Vitória Caroline Marangoni Schnider atropelou e matou Odair Bustolin após invadir sua casa com um carro e destruir o portão. Ela foi presa em flagrante e permanece à disposição da Justiça, respondendo por homicídio segundo as informações disponíveis no texto.
Resumo do conteúdo
O que se sabe
FAQ editorial
A estudante de medicina Vitória Caroline Marangoni Schnider, de 29 anos, atropelou e matou um homem depois de derrubar o portão e invadir a casa dele com um carro.
O caso foi registrado na tarde de quarta-feira (1º/7), na região central de Porto Velho, em Rondônia. A vítima foi identificada como Odair Bustolin, de 68 anos. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital algumas horas depois.
De acordo com relatos de testemunhas à Polícia Civil de Rondônia, antes do crime, a mulher teria batido no portão de entrada do condomínio.
A situação chamou a atenção de vários moradores, que passaram a acompanhar o ocorrido. Segundo os relatos, a suspeita apresentava comportamento bastante alterado e teria afirmado que iria matar todos.
Depois disso, a mulher retornou para casa e passou a arremessar garrafas na direção da residência da vítima.
Na sequência, ela pegou o carro, voltou até a casa de Odair e avançou contra o portão duas vezes. A estrutura de ferro foi destruída, e o veículo invadiu o imóvel. Odair acabou prensado entre o carro e uma parede após ser atingido. A motorista fugiu do local. No hospital, a vítima foi levada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), precisou ser intubada, mas não resistiu aos ferimentos.
Após o atropelamento, a mulher teria enviado mensagens de áudio a amigos, nas quais confirmou que havia ameaçado as pessoas que a chamaram de louca.
Pouco tempo depois, a estudante de medicina foi presa em flagrante na casa de um amigo. Segundo as informações, ela teria tentado esconder o carro no local.
Ao ser detida, Vitória Caroline se autolesionou dentro do camburão e, posteriormente, também na cela da central de flagrantes.
A estudante de medicina permanece à disposição da Justiça e deve responder pelo crime de homicídio.
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