Três pessoas foram mortas com pelo menos 50 tiros em uma casa na zona rural de Mata Grande, no Sertão de Alagoas

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Três pessoas foram assassinadas em Mata Grande, Alagoas, após serem atingidas por cerca de 50 disparos por pelo menos três criminosos. Entre as vítimas estavam os irmãos Natali e Kauã Oliveira da Silva, e outro homem identificado como Luan Bananinha.
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A Polícia Civil informou, nesta terça-feira (30), que as três vítimas do triplo homicídio registrado em Mata Grande, no Sertão de Alagoas, foram atingidas por pelo menos 50 disparos de arma de fogo.
Entre as pessoas assassinadas estão os irmãos Natali Oliveira da Silva e Kauã Oliveira da Silva, de 21 e 17 anos, respectivamente. A terceira vítima foi identificada apenas como “Luan Bananinha”.
De acordo com as investigações, ao menos três criminosos teriam participado da execução. O caso segue sendo apurado pela Polícia Civil, mas ninguém havia sido preso até o momento. Uma das suspeitas investigadas é de que o crime possa ter ligação com dívida ou disputa por território relacionada ao tráfico de drogas.
“No mínimo três pessoas chegaram até a residência e efetuaram, pelo menos, 50 disparos contra as três vítimas. Nós pedimos, encarecidamente, que não deixem que esses fatos se ‘calem’. Por favor, tragam-nos informações sobre os responsáveis. Todas as informações serão colocadas em sigilo”, afirmou o delegado Esron Pinho.
A Polícia Civil também informou que Luan foi atingido por pelo menos 20 tiros. Já os irmãos Natali e Kauã foram feridos por cerca de 10 disparos cada um.
Segundo a Polícia Militar, as vítimas estavam dentro de uma casa situada na Rua Manoel Cachoeira da Silva, em uma área conhecida como Cohab dos Grilos. A região fica próxima a uma área de mata e é considerada de difícil acesso.
Ao entrarem no imóvel, os policiais encontraram os corpos de Natali e Luan na sala. Já o corpo de Kauã estava em um dos quartos da residência.
No local do crime, os agentes localizaram diversos estojos de munição deflagrados, além de munições intactas próximas às vítimas, o que reforçou a gravidade da ação criminosa.
O Instituto Médico Legal (IML) e o Instituto de Criminalística (IC) foram acionados para realizar a perícia no imóvel e fazer o recolhimento dos corpos.
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