Mulher de 29 anos é encontrada morta em porta-malas em Catanduva; três suspeitos confessam e Polícia Civil apura motivação do crime

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A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de Luana Cristina Boldrim, encontrada amarrada e com sacola na cabeça dentro do porta-malas de um carro em Catanduva, tratada como homicídio. Três suspeitos foram presos, dois confessaram e a motivação investigada é uma suposta dívida ligada a produtos farmacêuticos.
Resumo do conteúdo
O que se sabe
FAQ editorial
A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de Luana Cristina Boldrim, de 29 anos, encontrada sem vida dentro do porta-malas de um carro abandonado em um canavial, em Catanduva, no interior paulista.
O corpo da vítima foi localizado na noite de segunda-feira (15/6), poucas horas depois de seu desaparecimento, em circunstâncias que fizeram o caso ser tratado como homicídio.
No momento em que foi localizada, Luana estava com os braços e as pernas amarrados. A vítima também tinha uma sacola plástica cobrindo a cabeça. Equipes da perícia foram acionadas para examinar a área e recolher elementos que possam ajudar a esclarecer como o crime aconteceu.
Após a localização do corpo, dois homens foram presos e, em depoimento à polícia, confessaram participação no assassinato. De acordo com a versão apresentada pelos suspeitos, eles teriam ido até a casa de Luana para cobrar uma suposta dívida ligada à comercialização de produtos farmacêuticos. Ainda segundo os investigados, a vítima foi levada à força até um canavial, onde morreu.
Mesmo com as confissões, a Polícia Civil ainda apura se a dívida mencionada pelos suspeitos foi, de fato, a motivação do crime. Os investigadores também trabalham para esclarecer o nível de participação de cada um dos envolvidos na ação criminosa.
As investigações tiveram novo avanço na manhã desta terça-feira (16), quando um terceiro homem apontado como participante do crime foi localizado e preso. Com a nova prisão, os três suspeitos permanecem à disposição da Justiça enquanto o inquérito segue em andamento.
O corpo de Luana Cristina Boldrim foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde exames periciais deverão apontar a causa da morte e fornecer detalhes importantes para a reconstrução dos últimos momentos da vítima. A PCSP também investiga se outras pessoas podem ter participado do crime e aguarda os resultados dos laudos para avançar na conclusão do caso.
Se você presenciar um episódio de violência contra a mulher ou for vítima de um deles, denuncie o quanto antes através do número 180, que está disponível todos os dias, em qualquer horário, seja através de ligação ou dos aplicativos WhatsApp e Telegram.
O mesmo número também atende denúncias sobre pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas em restrição de liberdade, comunidade LGBT e população em situação de rua. Além de denúncias de discriminação étnica ou racial e violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais.
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