Mulher matou ex-companheiro após invasão e agressão em Mateus Leme, segundo relato à PM

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Uma mulher de 36 anos esfaqueou e matou o ex-companheiro de 29 anos em Mateus Leme, após ele supostamente invadir sua casa e agredi-la, descumprindo uma medida protetiva. A mulher foi levada à delegacia e deve prestar depoimento à polícia.
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O que se sabe
FAQ editorial
Uma mulher de 36 anos foi levada à delegacia depois de esfaquear e matar o ex-companheiro, de 29 anos, na noite desse sábado (6), em Mateus Leme, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
De acordo com o relato apresentado por ela à Polícia Militar (PM), o homem teria descumprido uma medida protetiva, invadido a residência e a agredido antes de ela pegar uma faca para se defender.
Em depoimento, a mulher contou que estava em casa quando o ex-companheiro chegou ao imóvel por volta das 21h30, forçou a entrada pela garagem e tentou invadir a residência.
Ela afirmou que pediu ajuda e tentou acionar a Polícia Militar. Ainda segundo o relato, ao perceber que ela chamaria a polícia, o homem teria arrombado a porta da sala. Com medo de ser agredida, a mulher pegou uma faca na cozinha para se proteger.
Conforme a suspeita, o ex-companheiro a atingiu com um tapa no rosto e a empurrou. Nesse momento, ela acabou golpeando o homem com uma facada.
Depois de ser ferido, o homem saiu do local. Segundo a ocorrência, ele ainda teria dito à mulher que ela o havia matado antes de caminhar por cerca de um quarteirão, onde caiu.
Aos policiais, a mulher declarou que já havia sofrido agressões anteriores cometidas pelo ex-companheiro. Ela também informou que os dois estavam separados e que possuía uma medida protetiva contra ele.
A faca usada na ocorrência foi entregue aos militares e encaminhada para perícia. O corpo da vítima foi levado ao Instituto Médico-Legal (IML).
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou, por meio de nota, que a suspeita foi conduzida e será ouvida pela Central Estadual do Plantão Digital.
“Outras informações poderão ser repassadas após a conclusão dos procedimentos de polícia judiciária”, finalizou a corporação.
Se você presenciar um episódio de violência contra a mulher ou for vítima de um deles, denuncie o quanto antes através do número 180, que está disponível todos os dias, em qualquer horário, seja através de ligação ou dos aplicativos WhatsApp e Telegram.
O mesmo número também atende denúncias sobre pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas em restrição de liberdade, comunidade LGBT e população em situação de rua. Além de denúncias de discriminação étnica ou racial e violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais.
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