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Prestes a morrer de câncer, médico milionário alerta que dinheiro não traz felicidade. Uma forte reflexão!

O Dr. Richard Teo Siang tinha tudo o que desejava, carros, casas, um emprego que lhe pagava muito dinheiro, mas precisou passar pela doença para compreender de onde vem a verdadeira felicidade.



Passamos a vida percorrendo nossos sonhos. Cada um deseja alcançar algum tipo de reconhecimento, adquirir objetos que consideram valiosos, ter sucesso, fama. A forma como nossa sociedade se estrutura é preparada para que exista uma grande competição desde a infância até a idade adulta: quem andou primeiro, quem falou primeiro, quem tirou notas maiores, quem entrou na faculdade, quem conseguiu se graduar, quem tem casa, carro, família, tudo gira em torno do que possuímos, e não de como nos sentimos diante da vida que levamos.

Será que todos estão felizes trabalhando da forma como trabalham, nos empregos que conseguiram? Será que todas as pessoas desejam constituir família, comprar uma casa e ter um cachorro? Nem sempre o que é dado como felicidade provoca bons sentimentos em todos. Adquirir bens é uma boa forma de se medir a felicidade?

Obviamente que a pessoa terá mais conforto ao adquirir um carro, se sentirá mais tranquila se não precisar mais pagar aluguel e tem mil e um motivos para sorrir se a geladeira estiver cheia e as crianças felizes.

A questão é saber até que ponto isso é saudável. Muitas pessoas passam a vida correndo atrás de conquistas materiais e se esquecem de aproveitar a jornada, os momentos com as pessoas que amam e os pequenos prazeres da vida.

O médico Richard Teo Keng Siang era uma dessas pessoas que passou a vida perseguindo seus objetivos. Recém-formado em medicina, tinha o sonho de virar oftalmologista, tinha estudado para isso durante muitos anos. Mas sentiu tudo mudar quando se viu atuando como um estagiário enquanto muitos de seus colegas da universidade já tinham aberto consultório próprio e ganhavam rios de dinheiro, como relata em um poderoso vídeo.


Richard decidiu mudar de área, e enxergou na parte estética um caminho onde poderia alcançar sucesso e fama, desistindo de salvar pessoas para cuidar apenas da aparência delas. Logo, o médico conseguiu abrir sua própria clínica e já no primeiro ano conseguiu arrecadar milhões. Em um forte depoimento, ele explica que havia aprendido desde a infância que felicidade era sinônimo de sucesso, e ser bem-sucedido significava ser rico. E era nisso que ele acreditava.

Durante 10 anos, o doutor teve tudo o que sonhava: dinheiro, fama e sucesso. Ele havia nascido em uma família pobre e aprendido, desde cedo, que deveria competir para ter o que seus pais nunca tiveram. Ele sempre quis ser o primeiro em tudo, nos esportes, nos estudos, na liderança, na riqueza. No fim, tudo se resumia a posses. Ele juntou muito dinheiro, comprou sua primeira Ferrari, construiu uma casa dos sonhos com um amigo banqueiro, e sentia que estava no auge.


Ele acreditava que estava se preparando para desfrutar de todo seu trabalho, sentindo que era seu grande momento de vida. Danny, um grande amigo íntimo, tinha acabado de voltar a frequentar a igreja, e se sentia tão bem que convidou Richard para ir junto nas reuniões e missas. O médico explica que se considerava cristão, batizado 20 anos antes porque estava na moda e porque ele se sentia bem quando dizia para os outros que tinha uma crença.

Toda a fama e sucesso fizeram com que Richard adotasse uma postura cada vez mais arrogante e egocêntrica, achando que o mundo girava em torno de seu umbigo. Ele disse a Danny que se Deus quisesse que ele voltasse à igreja já teria lhe dado um sinal. Tudo o que o médico queria era sair com mulheres, praticar esportes, estudar e ganhar dinheiro, nada além disso fazia sentido na época.

Ele era maluco na academia e na prática de esportes como um todo, em 2011 corria, malhava e nadava durante quase todos os dias da semana. Sua aparência física era tão importante quanto o resto, por isso cultuava o corpo como todas as outras coisas que considerava importante. Foi quando sentiu fortes dores nas costas, como foram persistentes, decidiu fazer uma ressonância magnética para descartar prolapso de disco. O exame revelou que ele tinha um câncer espalhado por metade de sua coluna.

Ainda incrédulo com o resultado, no dia seguinte fez uma tomografia que confirmou que ele tinha câncer de pulmão terminal, estágio 4. O câncer já havia se espalhado para o cérebro, metade da coluna, fígado, rins e pulmões. Richard conta que não conseguia compreender, um dia antes estava na academia, estava no topo de sua vida, alçando voos altos e, de repente, seu mundo estava de ponta cabeça, tudo estava desmoronando.

Deitado sozinho em uma fria sala cirúrgica, se preparando para um exame de raio-x após uma biópsia, Richard ouviu uma voz falando em sua cabeça, algo que se manifestava dentro de si mesmo, não como um pensamento consciente, mas como uma voz da sabedoria: isso tinha que lhe acontecer no seu auge porque era a única forma que o faria entender. Dotado de coisas e posses, o médico havia passado a vida acreditando que não precisava de mais ninguém, estava tão cheio de si que nunca retornaria para Deus.

Deus se apresentou para Richard de muitas formas, todas as vezes que o médico duvidava ou estava a ponto de desistir, Ele aparecia. O doutor conta que, em vários momentos, teve revelações. Compreendeu que tinha que suportar suas dificuldades, pois essa era a forma que Deus o tratava como um de seus filhos. Em outro momento, ouviu em seus pensamentos que precisava começar a ajudar os outros, que esse era seu propósito.

O médico passou a se encontrar com outros pacientes diagnosticados com câncer, mesmo tendo poucos meses de vida. Ele sabia que conseguiria conversar com essas pessoas doentes de igual para igual, passar mensagens de conforto e pedir que se mantivessem positivas de forma genuína.

Esse foi o momento de sua vida que percebeu que nenhum de seus bens lhe oferecia o conforto e a paz que encontrava na comunhão com Deus ou com seus amigos e entes queridos.

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Em seu forte depoimento, ele explica que as pessoas precisam definir as prioridades em suas vidas desde muito cedo, sem deixar para depois. Buscar conhecer Deus, não apenas saber sobre Ele através das leituras, mas tentar conhecê-Lo, buscar um relacionamento verdadeiro com o Senhor. Richard acreditava que precisava passar adiante tudo o que tinha compreendido durante sua trajetória, e explicou que existem duas coisas muito importantes:

1. Confie no seu Deus de todo o coração.

2. Ame e sirva aos outros, não apenas a si mesmo.

Para o médico, a riqueza sem Deus é vazia. Não existe problema em possuir dinheiro, isso é um presente do Senhor, uma bênção que Ele lhe concede, o problema é que a maioria das pessoas não consegue lidar com esse excesso de posses. Passam a adorar a riqueza ao invés de adorar a Deus, e muitos nunca vão conseguir sair desse círculo recheado de vícios.

Falar de riqueza vazia não é o mesmo que afirmar que “dinheiro não traz felicidade”, essa última afirmativa só faz sentido para quem já possui bens. Quem não consegue se alimentar durante o dia, quem precisa andar quilômetros para chegar à escola ou ao trabalho, quem não tem um teto sobre sua cabeça para poder dormir à noite, precisa sim do básico. Para esses indivíduos o dinheiro traria felicidade, a felicidade de não passar nenhuma necessidade, de não ver seus filhos com fome e não ter o que lhes oferecer.

A riqueza que o doutor condena é aquela intimamente ligada à avareza, aquela que não compartilha, aquela que apenas aumenta a desigualdade social, que não enxerga todos como irmãos e semelhantes. Se você tem, ajude quem não tem. Lute para que o mundo seja um lugar justo para todos os cidadãos, não apenas para quem vem de famílias cheias de posses ou para quem tem o privilégio de conseguir estudar. A riqueza plena de Deus é aquela capaz de unir as pessoas.

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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