Marina Ruy Barbosa chama atenção no "Altas Horas" e gera especulações sobre seu comportamento durante a entrevista

Resposta rápida
Marina Ruy Barbosa participou no programa Altas Horas para divulgar o filme Antártida, cuja estreia está prevista para 17 de setembro, e chamou atenção nas redes sociais pelo ritmo lento de sua fala, o que gerou especulações sem confirmação oficial. No filme, ela interpreta a pesquisadora Inês em uma estação polar e c...
Resumo do conteúdo
O que se sabe
FAQ editorial
A participação de Marina Ruy Barbosa no “Altas Horas”, exibido na madrugada deste domingo (23), provocou repercussão nas redes sociais. A atriz esteve no programa comandado por Serginho Groisman para divulgar o suspense “Antártida”, com estreia prevista para 17 de setembro. No entanto, o ritmo mais lento de sua fala acabou chamando a atenção do público.
Alguns momentos da participação da artista viralizaram nas redes sociais, e seu comportamento durante a atração despertou especulações entre internautas. Nos vídeos compartilhados, Marina aparece respondendo aos questionamentos do apresentador e conversando com os outros convidados, enquanto fala de maneira arrastada e em um ritmo mais lento do que o habitual.
Nos comentários das publicações que repercutiram o episódio, usuários das redes sociais levantaram diferentes hipóteses para tentar explicar o comportamento observado durante o programa. Entre as possibilidades mencionadas pelos internautas estão o consumo de álcool, o uso de medicamentos controlados ou simplesmente cansaço. Apesar de toda a repercussão em torno das imagens, Marina não se pronunciou sobre as especulações.
Durante a entrevista, Marina também contou detalhes sobre a experiência de participar das gravações de um filme ambientado no extremo sul do planeta sem precisar sair do Rio de Janeiro. A produção nacional recorre à tecnologia de produção virtual para reproduzir as paisagens do continente, considerado uma das regiões mais frias e inóspitas do mundo.
As filmagens foram realizadas integralmente no Estúdio de Produção Virtual dos Estúdios Globo, estrutura com mais de 1.500 metros quadrados que conta com telas de LED de alta definição e tecnologia Unreal. A combinação desses recursos possibilita que os atores contracenem, em tempo real, com cenários digitais desenvolvidos para alcançar um elevado nível de realismo.
Ao comentar como foi trabalhar nesse ambiente durante a produção, Marina declarou:
“Era um painel gigante no estúdio, neve, um céu e tudo parecia muito real. Eu tenho muito orgulho de ter tido essa oportunidade de fazer parte desse projeto. Eu acho que quando a gente une entretenimento e informação, tudo se torna mais potente, sabe? Tudo dá mais prazer ainda de fazer”
No longa-metragem, a atriz vive a pesquisadora Inês, que se encontra em uma estação brasileira de pesquisa localizada na Antártida. Na história, cientistas e militares se organizam para enfrentar o rigoroso inverno da região enquanto permanecem isolados do restante do mundo. Porém, já na primeira noite, Inês se torna vítima de um crime brutal, fazendo com que a base passe a ser o cenário de uma investigação policial.
Cadastre-se para comentar
Os comentários continuam visíveis para todos. Para participar da conversa, crie sua conta do Clube OS e volte para esta matéria.
Liberar área de comentários