Samara Felippo revela sua experiência com blefaroplastia superior aos 47 anos

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A blefaroplastia, cirurgia que remove excesso de pele e gordura das pálpebras, é procurada tanto para estética quanto para alívio do peso e cansaço ocular, afetando pessoas de diferentes idades e influenciada por fatores genéticos. A recuperação geralmente envolve pouco desconforto, com inchaço e pouca dor, e o sucess...
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O que se sabe
FAQ editorial
Samara Felippo, de 47 anos, revelou nas redes sociais em julho que fez blefaroplastia superior, contando que o formato das pálpebras já a incomodava havia um bom tempo. A cirurgia plástica retira o excesso de pele e as bolsas de gordura das pálpebras, conferindo um aspecto mais leve e descansado ao rosto.
O interesse pelo procedimento vai além da estética: muitos pacientes recorrem a ele para reduzir o peso na área dos olhos e amenizar a sensação constante de cansaço, efeito que incomoda especialmente quem acumula pele ou gordura na região ao longo dos anos.
Além de Samara, outros famosos já comentaram publicamente terem se submetido à cirurgia: a atriz Letícia Spiller, a médica e ex-BBB Laís Caldas e o cantor sertanejo Marrone, da dupla com Bruno.
Embora costume ser associada ao avanço da idade, a procura pela blefaroplastia não é exclusividade de pacientes mais velhos. De acordo com a Dra. Iasmin Ledo, aspectos genéticos têm influência considerável no aparecimento do incômodo: pessoas jovens também podem desenvolver excesso de pele e peso nas pálpebras de forma precoce, por características anatômicas ou hereditárias.
Em determinadas situações, o problema ultrapassa a questão estética e passa a provocar sensação de peso no olhar, cansaço ao longo do dia e prejuízo ao conforto visual. Por isso, a especialista defende que a indicação seja individualizada, considerando o que efetivamente incomoda o paciente e o efeito da alteração sobre sua qualidade de vida.
Um aspecto que costuma provocar incertezas e apreensão entre quem cogita o procedimento é o tempo de recuperação e a dor sentida após a cirurgia. A especialista esclarece as principais dúvidas de quem avalia se submeter à intervenção:
“Uma das maiores preocupações de quem pensa em fazer uma blefaroplastia é o pós-operatório, e muitas pacientes chegam ao consultório imaginando que será um processo doloroso. Na prática, quando a cirurgia é bem indicada e realizada com técnica e planejamento adequados, o mais comum é termos alguns dias de inchaço e edema, mas pouca ou nenhuma dor. Eu faço questão de preparar muito bem cada paciente para todas as etapas, porque acredito que segurança também vem da informação e do acompanhamento próximo. Quando o paciente sabe o que esperar e se sente amparado, ele atravessa esse período com muito mais tranquilidade.”
Como a intervenção atinge uma área central e expressiva do rosto, evitar um aspecto artificial no resultado final está entre as principais preocupações de pacientes e cirurgiões. Na avaliação da Dra. Iasmin Ledo, o sucesso da cirurgia depende diretamente da precisão técnica e do cuidado em preservar a anatomia natural de cada pessoa.
Segundo ela, os anos de atuação voltados à cirurgia plástica ocular mostraram que uma blefaroplastia bem-feita não se resume à remoção de pele. A médica destaca que a região dos olhos é bastante sensível e demanda domínio técnico e atenção às particularidades de cada rosto.
Seu propósito, afirma, é que a paciente ainda se reconheça no espelho, mas com um olhar mais suave, descansado e equilibrado. Para ela, o melhor resultado é aquele que não deixa evidente a passagem por uma cirurgia — mantendo a identidade de quem se submeteu ao procedimento e resgatando características que, muitas vezes, pareciam perdidas.
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