Ex-genro de Ana Maria enfrenta acusações de furto, agressão e importunação
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Ex-genro de Ana Maria enfrenta acusações de furto, agressão e importunação

Badarik González, ex-genro de Ana Maria Braga, responde a acusações de importunação sexual, agressão e furto

Avatar De Ana CarolineAna CarolineFamosos29/07/2026 às 13:20

Ex-Genro De Ana Maria Enfrenta Acusações De Furto, Agressão E Importunação
Foto: Reprodução / Instagram - @maffeismariana / TV Globo

Depois da separação de Mariana Maffeis, filha de Ana Maria Braga, e Badarik González, vieram a público diversas acusações envolvendo o colombiano. O ex-genro da apresentadora da TV Globo é investigado por suspeitas de furto, ameaça, agressão e importunação sexual, conforme informações divulgadas sobre o caso.

O rompimento do relacionamento ganhou repercussão no último fim de semana, quando Badarik afirmou que a ex-esposa havia solicitado uma medida protetiva contra ele. O casamento dos dois terminou cerca de dois meses antes da divulgação do caso.

O período coincide com os supostos crimes atribuídos ao colombiano durante uma festa eletrônica realizada em Cachoeira Alta, em Minas Gerais, no início do mês passado. Na ocasião, Badarik chegou a ser preso sob acusação de furto, mas foi colocado em liberdade poucos dias depois.

Durante o programa A Tarde é Sua, da RedeTV!, o jornalista Gabriel Perline trouxe novos detalhes sobre o episódio e informou que, além da investigação por furto, o ex-genro de Ana Maria Braga também passou a responder por acusações de agressão, ameaça e importunação sexual.

Como começou a polêmica

Segundo as informações divulgadas, Badarik González saiu de Botucatu (SP), cidade onde morava com Mariana Maffeis, e percorreu aproximadamente 900 quilômetros até Cachoeira Alta para trabalhar como cozinheiro em uma rave realizada durante vários dias. O primeiro episódio investigado teria ocorrido em 8 de junho, quando ele teria furtado um anel.

Um boletim de ocorrência registrado após o fato descreve que González se aproximou de uma barraca que comercializava joias, perguntou qual era a peça de maior valor e, em seguida, teria pegado o objeto e fugido do local.

Algumas horas mais tarde, o colombiano retornou ao evento para recolher seus pertences pessoais. Nesse momento, ele foi reconhecido por seguranças e acabou detido. Conforme o boletim de ocorrência, dentro do veículo dele foram encontrados o anel supostamente furtado, além de uma faca e um facão.

Outras denúncias surgiram após a prisão

No momento em que Badarik González foi preso, outras duas mulheres procuraram as autoridades para relatar situações que, segundo elas, também envolveram condutas criminosas praticadas pelo colombiano durante o evento.

A primeira vítima afirmou em depoimento que, no dia 5 de junho, quando a festa eletrônica já estava em andamento, o colombiano “começou a incomodá-la, dizendo que ela seria a sua esposa reencarnada”. Ainda de acordo com o relato, o ex-marido de Mariana teria tocado seu corpo sem autorização e tentado agarrá-la à força.

A segunda mulher declarou que Badarik circulava pela festa portando uma faca. Segundo seu depoimento, ao se aproximar para questioná-lo sobre o objeto, ela teria sido atacada com um golpe conhecido como mata-leão e, além disso, recebido ameaças.

Situação do processo

Badarik González foi preso em 8 de junho e deixou a prisão dois dias depois, em 10 de junho, apesar de o Ministério Público ter apontado que ele representaria um “risco à sociedade”.

Em depoimento prestado à polícia, ele declarou ter sido “agredido com socos e chutes na cabeça por populares”. Já os policiais responsáveis pela ocorrência relataram que o colombiano estava “fora de si” durante a abordagem, embora nenhum exame toxicológico tenha sido realizado.

Atualmente, Badarik González responde às investigações em liberdade e ainda não foi inocentado das acusações. O caso seguirá para julgamento, enquanto o juiz responsável determinou o cumprimento de medidas cautelares, entre elas o comparecimento periódico à Justiça e a manutenção do endereço atualizado. Até o momento, as duas mulheres que fizeram os relatos não ingressaram com ações judiciais contra o colombiano.

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