Diarista é acusada de furtar joias no dia em que fazia um teste de trabalho e surpreende ao apresentar uma justificativa à polícia

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Uma diarista foi presa suspeita de furtar joias durante um teste de trabalho em Goiânia, com imagens de câmeras ajudando na identificação. A Polícia Civil apura outras denúncias semelhantes, e a suspeita segue presa após audiência de custódia.
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O que se sabe
FAQ editorial
Uma diarista foi presa sob suspeita de furtar joias de uma residência onde fazia um teste de trabalho, no Setor Marista, em Goiânia. O crime aconteceu na terça-feira (19), antes mesmo que a mulher fosse efetivamente contratada pelos moradores do imóvel.
De acordo com a Polícia Civil, a suspeita teria aproveitado o tempo em que esteve dentro da residência para pegar uma aliança de ouro avaliada em R$ 6 mil, além de outro anel. Imagens registradas por câmeras de segurança mostraram a movimentação e contribuíram para que os investigadores conseguissem identificá-la.
A mulher foi encontrada e presa em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia. Durante o depoimento prestado à polícia, ela teria afirmado que resolveu levar as joias porque considerou baixo o valor que receberia pelo serviço realizado.
Conforme apontado pela investigação, a aliança teria sido vendida na mesma cidade em que a suspeita acabou localizada. Os policiais conseguiram encontrar a peça e recuperá-la. O segundo anel também foi apreendido pelos agentes, e as duas joias foram posteriormente devolvidas aos respectivos proprietários.
Ao longo das diligências, os policiais encontraram ainda outras joias e um relógio. A origem desses objetos continua sendo apurada pelos investigadores, diante da possibilidade de que os itens possam ter relação com outros crimes.
A prisão fez com que a Polícia Civil identificasse pelo menos quatro denúncias semelhantes envolvendo a diarista, além de registros de furto que existem desde 2019. Para os investigadores, há a possibilidade de outras eventuais vítimas ainda não terem procurado as autoridades para registrar ocorrência.
A imagem da suspeita foi divulgada mediante autorização policial com o objetivo de contribuir para a identificação de possíveis novos casos. Pessoas que reconheçam a mulher e tenham sido vítimas devem procurar uma delegacia. Depois de passar por audiência de custódia, a suspeita permaneceu presa.
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