Homem detido por feminicídio em Aripuanã revela motivo do crime à polícia

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Um homem suspeito de assassinar um casal em Aripuanã (MT) foi detido após a Polícia Militar encontrar as vítimas com marcas de tiros na cabeça dentro da casa. O crime foi registrado como feminicídio e está sendo investigado pela Polícia Civil.
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O que se sabe
FAQ editorial
Suspeito de assassinar um casal em Aripuanã (MT), na noite de domingo (13), um homem foi detido pela polícia. A Polícia Civil informou que ele teria sido companheiro de uma das vítimas.
As vítimas, encontradas mortas dentro de casa, foram identificadas pelo boletim de ocorrência como Marcos Willian Richieri Pereira, de 36 anos, e Lorrayne dos Reis Correia, de 28 anos.
Um amigo do casal acionou a Polícia Militar após ir até a residência procurar por eles. Ele avistou o carro de Marcos estacionado, chamou por ele, mas não obteve resposta.
Ao chegarem ao local, os policiais notaram sinais de arrombamento na porta dos fundos da casa. Dentro do imóvel, encontraram os corpos das vítimas com marcas de tiros na cabeça.
Amigos do casal relataram que, na noite de sábado (12), durante uma festa, Lorrayne teve uma discussão com o suspeito, que teria proferido ameaças de morte contra ela. Depois do desentendimento, o casal deixou o local acompanhado dos dois amigos.
O suspeito foi localizado pelos policiais em uma residência, onde foi apreendido um revólver calibre 38 com três munições intactas. Questionado sobre o motivo do crime, ele disse que Lorrayne o teria “humilhado pela cidade”. Em seguida, foi conduzido à delegacia, e o caso, registrado como feminicídio, passou a ser investigado pela Polícia Civil.
Se você presenciar um episódio de violência contra a mulher ou for vítima de um deles, denuncie o quanto antes através do número 180, que está disponível todos os dias, em qualquer horário, seja através de ligação ou dos aplicativos WhatsApp e Telegram.
O mesmo número também atende denúncias sobre pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas em restrição de liberdade, comunidade LGBT e população em situação de rua. Além de denúncias de discriminação étnica ou racial e violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais.
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