Ex-MasterChef Brasil, explica por que foi flagrado vendendo doces no semáforo após acusações de calote

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Estefano Zaquini, ex-participante do MasterChef Brasil, passou a vender doces nos semáforos de São Paulo como forma de recomeçar profissionalmente e reforçar sua renda após enfrentar problemas financeiros e acusações de calote por cancelamento de serviços de bufê.
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O que se sabe
FAQ editorial
Após ser visto comercializando doces nas ruas de São Paulo, o cozinheiro Estefano Zaquini, participante da primeira edição do MasterChef Brasil, veio a público esclarecer a situação.
Segundo ele, a iniciativa faz parte de uma tentativa de “recomeçar” profissionalmente, depois de ter sido acusado por clientes de aplicar calotes e não cumprir serviços que haviam sido contratados.
Em mensagem de áudio encaminhada a Sonia Abrão e exibida no programa A Tarde é Sua nesta terça-feira (14/7), Estefano Zaquini revelou que passou a comercializar doces nos semáforos da cidade para conseguir dinheiro.
Segundo ele, a iniciativa surgiu como alternativa para reforçar a renda em meio ao momento que atravessa, e foi relatada de forma direta durante a participação na atração vespertina.
“Estamos trabalhando com esse serviço informal agora. Estamos também trabalhando com os bufês, com os clientes que ainda confiam no nosso trabalho. Nós temos alguns compromissos a serem honrados, então, foi uma maneira que nós vimos de, quando estávamos parados em casa, fazermos algo a mais e conseguir recursos a mais” , disse.
O ex-integrante do MasterChef afirmou ainda que não considera a atividade nas ruas motivo de vergonha ou desvalorização pessoal. Para ele, trabalhar vendendo produtos aos motoristas que param nos cruzamentos é uma maneira legítima de buscar sustento.
“Eu trabalho com vendas desde os meus 8 anos de idade, quando minha vó fazia salgados e eu, com uma caixa de isopor, saía vendendo de porta a porta, nos comércios, também no semáforo.”
“Então eu não vejo como um serviço indigno e sim como um recomeço que não é fácil, mas que recomecemos quantas vezes forem precisas. Então, a gente está aqui recomeçando, sim, com as vendas no semáforo. Estamos vendendo biscoitos amanteigados artesanais que são produtos de extrema qualidade e estamos, sim, recomeçando e temos certeza de que vai dar certo”, completou.
Em abril, o cozinheiro passou a ser alvo de acusações de calote depois de cancelar eventos de bufês previamente contratados por clientes. Na ocasião, Zaquini afirmou que precisou interromper a produção de Páscoa porque seu filho, Erick, de 1 ano e 2 meses, estava doente e apresentava febre alta.
Em comunicado, ele afirmou que, por ser o responsável pela produção artesanal, não conseguiu cumprir “oito entregas previstas para a data”.
“Eu estou aqui para pedir desculpas e pedir perdão. Mais cedo ou mais tarde vai ser tornado tudo o que a gente se propôs a fazer, e vai ser pago todo mundo que nós devemos”, disse.
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