Monark afirma sem provas que Luísa Sonza, Xuxa e Michelle Bolsonaro seriam mulheres trans e volta a gerar polêmica

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O influenciador Monark voltou a causar repercussão ao fazer alegações sem provas sobre as identidades de gênero de Luísa Sonza, Xuxa Meneghel e Michelle Bolsonaro, gerando controvérsia nas redes sociais.
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O influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido na internet como Monark, voltou a provocar repercussão após publicar vídeos no YouTube com alegações sem provas sobre a identidade de gênero da cantora Luísa Sonza, da apresentadora Xuxa Meneghel e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Sem apresentar qualquer evidência que sustentasse as declarações, Monark afirmou que Luísa Sonza “tem cara” de mulher trans e disse que seu “radar trans apita” ao observar Michelle, esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro.
As declarações apareceram em três gravações diferentes. Na primeira, durante uma conversa com o comediante Cassius Ogro, o influenciador mencionou Whindersson Nunes e alegou que o humorista não teria perdido o filho, pois, em sua versão, Maria Lina nunca teria ficado grávida.
“Eu não sei se ele perdeu o filho não, cara. Eu acho que a mina dele não era mina não. Acho que era uma trans”, diz ele, confundindo Maria Lina com Luísa Sonza.
“Esqueci o nome dela, não é Maria Lina. Não foi com a outra lá? Porque a Luísa Sonza eu acho que é trans. Tem cara. É sim, esse mundo é perverso”, disse.
Em outro programa, durante uma conversa com Alessandro Santana, Monark voltou a fazer uma alegação sem provas, desta vez envolvendo Michelle Bolsonaro:
“Ela eu desconfio que seja trans, cara. A Michelle Bolsonaro. Meu radar trans dá uma apitada pra ela. Tem uma cara que parece”, completou o influencer.
Em uma terceira gravação, com Tiago Carvalho e Igor Caçamba, ele fez declaração semelhante sobre Xuxa Meneghel:
“O Pelé ficou com a Xuxa, que é trans. Daqui 20, 30 anos, vai sair na mídia todas essas histórias e [vão falar] ‘Monark tava certo’”, afirmou.
Monark permaneceu três anos afastado das redes sociais depois de declarar, durante um podcast, que o “nazista tinha que ter o partido reconhecido”.
A fala gerou forte repercussão negativa. Na ocasião, a Amazon encerrou o vínculo com o Flow, e Monark foi desligado do programa. Posteriormente, ele alegou ter “conhecimento superficial” a respeito do tema.
Em abril deste ano, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) voltou a solicitar a condenação do influenciador pelas declarações. O promotor Ricardo Manuel Castro defendeu o pagamento de R$ 4 milhões em indenização.
No documento obtido pelo Metrópoles, Castro afirmou que o MPSP estava “retratando a equivocada manifestação anterior”, que havia pedido a improcedência da acusação contra o youtuber.
O promotor solicitou que o entendimento fosse “desconsiderado”, com base nas evidências reunidas anteriormente no processo ao longo da tramitação do caso judicial.
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