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Monark causa polêmica ao afirmar que Luísa Sonza e Xuxa seriam mulheres trans

Monark afirma sem provas que Luísa Sonza, Xuxa e Michelle Bolsonaro seriam mulheres trans e volta a gerar polêmica

Avatar De Ana CarolineAna CarolineFamosos13/07/2026 às 17:01 13/07/2026 às 17:04

Monark Causa Polêmica Ao Afirmar Que Luísa Sonza E Xuxa Seriam Mulheres Trans
Foto: Reprodução / YouTube

O influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido na internet como Monark, voltou a provocar repercussão após publicar vídeos no YouTube com alegações sem provas sobre a identidade de gênero da cantora Luísa Sonza, da apresentadora Xuxa Meneghel e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Sem apresentar qualquer evidência que sustentasse as declarações, Monark afirmou que Luísa Sonza “tem cara” de mulher trans e disse que seu “radar trans apita” ao observar Michelle, esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro.

As declarações apareceram em três gravações diferentes. Na primeira, durante uma conversa com o comediante Cassius Ogro, o influenciador mencionou Whindersson Nunes e alegou que o humorista não teria perdido o filho, pois, em sua versão, Maria Lina nunca teria ficado grávida.

“Eu não sei se ele perdeu o filho não, cara. Eu acho que a mina dele não era mina não. Acho que era uma trans”, diz ele, confundindo Maria Lina com Luísa Sonza.

“Esqueci o nome dela, não é Maria Lina. Não foi com a outra lá? Porque a Luísa Sonza eu acho que é trans. Tem cara. É sim, esse mundo é perverso”, disse.

Declarações sobre Xuxa e Michelle Bolsonaro

Em outro programa, durante uma conversa com Alessandro Santana, Monark voltou a fazer uma alegação sem provas, desta vez envolvendo Michelle Bolsonaro:

“Ela eu desconfio que seja trans, cara. A Michelle Bolsonaro. Meu radar trans dá uma apitada pra ela. Tem uma cara que parece”, completou o influencer.

Em uma terceira gravação, com Tiago Carvalho e Igor Caçamba, ele fez declaração semelhante sobre Xuxa Meneghel:

“O Pelé ficou com a Xuxa, que é trans. Daqui 20, 30 anos, vai sair na mídia todas essas histórias e [vão falar] ‘Monark tava certo’”, afirmou.

Relembre a declaração de Monark sobre nazismo

Monark permaneceu três anos afastado das redes sociais depois de declarar, durante um podcast, que o “nazista tinha que ter o partido reconhecido”.

A fala gerou forte repercussão negativa. Na ocasião, a Amazon encerrou o vínculo com o Flow, e Monark foi desligado do programa. Posteriormente, ele alegou ter “conhecimento superficial” a respeito do tema.

Em abril deste ano, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) voltou a solicitar a condenação do influenciador pelas declarações. O promotor Ricardo Manuel Castro defendeu o pagamento de R$ 4 milhões em indenização.

No documento obtido pelo Metrópoles, Castro afirmou que o MPSP estava “retratando a equivocada manifestação anterior”, que havia pedido a improcedência da acusação contra o youtuber.

O promotor solicitou que o entendimento fosse “desconsiderado”, com base nas evidências reunidas anteriormente no processo ao longo da tramitação do caso judicial.

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