Marcila de Souza Carvalho, 35 anos, foi encontrada morta em sua casa em São Paulo

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Marcila de Souza Carvalho foi encontrada morta com sinais de facadas em sua casa na Zona Leste de São Paulo, e suspeita-se que o ex-companheiro, Eric Draven Trajano Oliveira, seja o autor, mas ele está foragido e ainda não foi preso. O caso está sob investigação policial como homicídio/feminicídio.
Resumo do conteúdo
O que se sabe
FAQ editorial
A auxiliar Marcila de Souza Carvalho, de 35 anos, foi localizada sem vida, com marcas de facada, dentro de sua casa no Jardim São Martinho, Zona Leste de São Paulo. Quem fez a descoberta foi um dos filhos dela, um adolescente de 16 anos, na manhã de segunda-feira (31).
Parentes suspeitam que o ex-companheiro da vítima tenha cometido o crime e já mobilizam uma campanha de arrecadação para custear o traslado do corpo.
No momento em que o rapaz encontrou o corpo estendido no chão, outro filho de Marcila, de apenas dois anos, encontrava-se no quarto do irmão mais velho. De acordo com relatos colhidos pela família, moradores da vizinhança escutaram gritos durante a noite anterior e afirmam ter visto Eric Draven Trajano Oliveira, ex-companheiro de Marcila, entrando no imóvel.
O adolescente estava fora de casa nesse período e, ao voltar na manhã seguinte, se deparou com a mãe caída e cercada de sangue. Não há, até o momento, indicação de que a criança de dois anos tenha testemunhado a agressão.
Marcila nasceu em Nova Russas, no Ceará, e residia em São Paulo havia aproximadamente dez anos. Ela era mãe de cinco filhos. Os familiares atribuem a Eric a responsabilidade pelo crime.
Familiares afirmam que o relacionamento entre Marcila de Souza Carvalho e Eric Draven Trajano Oliveira havia chegado ao fim cerca de um ano antes do crime. Segundo eles, já havia histórico de comportamento agressivo por parte dele, incluindo um registro anterior de violência doméstica contra Eric.
A família relata ainda que, depois da morte de Marcila, ele teria mandado um áudio para outro ex-companheiro da vítima. Nessa mensagem, atribuiria o crime a um vizinho, alegando ciúmes como motivo. Até o momento, essa versão não recebeu confirmação por parte da polícia.
Os parentes, no entanto, rejeitam essa explicação e continuam apontando Eric como responsável pelo crime. De acordo com as informações mais recentes, ele seguia sem ser localizado pelas autoridades policiais.
O caso foi registrado no 50º Distrito Policial, no Itaim Paulista, com classificação de homicídio/feminicídio. Segundo a primeira versão do boletim, peritos vistoriaram o local e foi requisitada a remoção do corpo para o Instituto Médico Legal.
O documento não traz detalhes sobre como a agressão ocorreu e não menciona nenhuma prisão até o momento. O caso foi remetido à delegacia que responde pela região.
Enquanto aguardam mais informações sobre o crime, parentes de Marcila articulam uma campanha de arrecadação para viabilizar o traslado do corpo até Nova Russas, cidade onde ela nasceu, no Ceará.
Se você presenciar um episódio de violência contra a mulher ou for vítima de um deles, denuncie o quanto antes através do número 180, que está disponível todos os dias, em qualquer horário, seja através de ligação ou dos aplicativos WhatsApp e Telegram.
O mesmo número também atende denúncias sobre pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas em restrição de liberdade, comunidade LGBT e população em situação de rua. Além de denúncias de discriminação étnica ou racial e violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais.
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