Mulher é encontrada decapitada dentro de casa em Belo Horizonte, e o próprio filho é apontado como suspeito; Polícia Civil investiga o caso

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Uma mulher de 54 anos foi encontrada morta em sua casa em Belo Horizonte, e o principal suspeito é seu filho de 27 anos, que foi preso. Ele confessou o crime à polícia, mas as causas e detalhamentos ainda estão sendo investigados.
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O que se sabe
FAQ editorial
Na manhã desta segunda-feira (22/6), uma mulher de 54 anos foi encontrada morta dentro da própria casa, no bairro Cachoeirinha, na região noroeste de Belo Horizonte.
De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a principal suspeita é de que o crime tenha sido cometido pelo filho da vítima, de 27 anos, que, segundo familiares, tem esquizofrenia. Ele foi preso.
Até o momento, ainda não foi possível identificar com precisão o dia em que o crime ocorreu nem as circunstâncias completas da morte, conforme informou a Polícia Militar.
Familiares acionaram a PM depois de estranharem a ausência da mulher desde sábado (20/6). Eles também relataram aos militares a condição de saúde do filho dela e disseram que imaginaram que algo pudesse ter acontecido com a vítima.
Ao chegarem ao imóvel, os policiais foram recebidos pelo filho da mulher. Segundo a PM, ele não quis abrir a porta, e por isso foi necessário o “uso da força” para que os militares entrassem no apartamento. De acordo com o sargento Warley, o rapaz confessou ter matado a mãe na madrugada desta segunda-feira (22/6) e afirmou que usou uma faca de cozinha. Esses foram os únicos detalhes do crime repassados pelo suspeito aos policiais.
Ainda conforme o sargento, o homem não resistiu à abordagem. Depois da prisão, ele foi encaminhado ao hospital para ser examinado e medicado.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que a perícia esteve no local para identificar e recolher vestígios do crime. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette, onde passará por exames.
Segundo a PCMG, o homem foi detido por policiais militares, levado ao Hospital Odilon Behrens para atendimento e, posteriormente, encaminhado à delegacia.
“A causa e circunstâncias da morte serão investigadas e outras informações serão repassadas após o avanço dos trabalhos de polícia judiciária”, cita nota.
Se você presenciar um episódio de violência contra a mulher ou for vítima de um deles, denuncie o quanto antes através do número 180, que está disponível todos os dias, em qualquer horário, seja através de ligação ou dos aplicativos WhatsApp e Telegram.
O mesmo número também atende denúncias sobre pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas em restrição de liberdade, comunidade LGBT e população em situação de rua. Além de denúncias de discriminação étnica ou racial e violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais.
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